PUMA GT
1965
Os
primeiros protótipos do GT Malzoni eram expostos para o público.
1967
Lançado oficialmente
o carro, agora rebatizado como Puma. Seu desenho foi inspirado na Ferrari 250
GTO, e foi o segundo veículo nacional a ser produzido no Brasil em fibra de
vidro (o primeiro fora o Willys Interlagos). Tinha mecânica DKW 1.0 (é....as
primeiras Puma tinham tração dianteira). Neste mesmo ano a VW comprou a DKW e a
linha Vemag foi retirada de linha. Foram produzidas apenas 130 unidades da Puma
DKW.
1968
Começam
as negociações de Malzoni com a VW para a utilização do conjunto (chassis,
mecânica) na montagem dos Puma.
1969
Começa
novamente a produção do Puma, agora com o conjunto VW.
1971
Inicia-se
a produção da Puma modelo GTE (cupê) e GTS (roadster). Contava com o motor VW
1500 e chassis do Karmann-Ghia.
1976
É
trocado o chassis do Karmann-Ghia, pelo o da Brasília, mais largo. Mecânica
agora também é da Brasília, um VW 1600 com dupla carburação. Algumas
remodelações externas (vidro traseiro no lugar das conhecidas
barbatanas ) e sinaleiras traseiras.
Final da década de 70
É
lançada a GTB, que utilizava a forte mecânica GM 6 Cilindros. Modelo mais
luxuoso, possuía Ar Condicionado, Direção Hidráulica e Vidros Elétricos.
1982
A
Puma sofre uma aprimorada (será???). Novos modelos passam a se
chamar GTC (roadster) e GTI (cupê). Sinaleiras traseiras são substituídas.
Lançado também o modelo P-018, com mesma mecânica mas envenenada
com nova distribuição, carburação e escapamento. Remodelada também o modelo
GTB.
1985
Mal
das pernas , a Puma é vendida para a Araucária Veículos, que interrompe a
produção.
1987/1988
A Puma é
comprada pela Alfa Metais, que novamente começa a produzir os Puma, agora
rebatizados como Puma AMV. Lançado o modelo AM-3, com motorização AP-600 (a
água) e AM-4, com mecânica de Opala 6 cilindros.
1989/1990
Com a
abertura do mercado, os importados ofuscam os Puma, o que fez com
que a produção fosse interrompida, com pouquíssimas unidades do AM-4 e AM-3
fabricadas.